Bem vindo ao Anti-Religiosidade!

Combatendo heresias e compartilhado o amor e unidade do Evangelho,

sem estruturas, hierarquias ou complicações.





Como um alimento, as discussões são variadas e bem ao gosto do freguês que, ora parece um fã do “senil” Big Brother, ora parece um fundamentalista barato, aspirante à vaga de descobridor da raça do Peixe que engoliu Jonas.
O cardápio é farto e vai desde a forma conveniente de um casal fazer sexo, até a questão sobre tatuagens em acordo ou desacordo com o antigo testamento, passando é claro, pela “gordice” de um líder ou mulher “poderosa”, se é ou não uma aparência conveniente, ou ainda, pela “roupa adequada para se frequentar um seminário onde se aprendem os “rituais” da Teologia da prosperidade (hãn? Você não sabia dessa?), pois  infelizmente, “Existem mais coisas no submundo evangélico do que sonha a nossa vã filosofia…”
Claro, com todo o respeito a Shakespeare a quem faço um sincero pedido de desculpas por envolve-lo na conversa(se é que não vão usar isso, pra dizer que eu ando “falando com os mortos”, iniciando assim mais uma discussão enfadonha,” insalubre” e  sem querer ofender, mas apenas alertar, Inútil!).

Mas atendo-me aos “fregueses”, todos eles sem dúvida, tem pelo menos uma coisa em comum: Todos são evangélicos.
Evangélicos gostam de discutir o que Jesus nem comentava…
Devem sentir-se estudiosos da torá nos tempos de Jesus…  Eles hoje, já que, sem as longas vestes com pingentes, não impressionam, pelo menos, tentam, com suas longas discussões, que fazem lembrar as discussões sobre “o peso do que poderia se carregar num sábado sem pecar”, ou tantas outras questões, distantes de um conteúdo que fosse revelada a simples vontade de Deus. E Não faltavam assuntos… Faltava era outra coisa: O mesmo amor simples que nos falta hoje.
No final, depois de uma distancia considerável a que colocavam os outros, depois de colocarem a crença como um resultado exato de suas discussões, tomavam suas decisões a partir da “panelinha” politica que conservavam e as executavam, saciando assim, seus desejos de “Justiça”…
A diferença dos dias de hoje? Nenhuma.  Matam um Jesus por dia; Além, é claro, de condenar um pecador ao apedrejamento a cada 10 segundos.
Nada mudou.
Eles e suas questões, continuam insolúveis.  Tolos…
E não se ofenda por eles…  Os filhos de Deus que merecem todo o respeito, os que se miram na meta deixada por Jesus, já resolveram suas questões. Estes sim, Sábios.
Além do mais, eles não tem tempo para a vã discussão dos evangélicos sobre (como parece ser no final das contas), como obter algo mais “interessante” para suas vidas insipidas, ou algo que sacie sua fome de sub justiça.

Desculpem-me, se pareço colocar a igreja em um “balaio”, mas esta igreja, embora um tanto “ofendida”  com tantos e de todos os lados, cobrando o Amor que a sustentou no início, deve entender e se lembrar que mais esta inútil vergonha ainda é vigente.
Os que não se ofendem, como a Natureza, descrita em Romanos 8: 19, também aguardam sedentos, a manifestação dos filhos de Deus.
E aí vai mais uma pergunta: Você acha mesmo que filho de Deus perde tempo com o que Jesus não perdia?
Eles estão trabalhando arduamente na tarefa que Jesus lhes incumbiu, porque na verdade já descobriram o que é uma VIDA ABUNDANTE, enquanto talvez você, esteja ainda na discussão do sexo dos querubins ou na fila da teologia da prosperidade; Aquela que ensina a querer tudo, que pensa que tem tudo e, nem sofre com a falta de  amor que lhes enche os celeiros.
Enquanto a sua discussão inútil segue, o mundo geme…
Enquanto o Espirito de Deus não encontra espaço para deixa-lo simples e humilde, mais gente morre com a péssima lembrança de sua fala enfadonha que não lembra nem de longe a Jesus Cristo.
E então…?
Diante de mais isso, você tem motivos pra “celebrar”?

Por Rogério Ribeiro